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Jogos Políticos nas Empresas: Grandes Demais para Quebrar

Grande_demais_para_quebrarPhil Read

O jogo institucional que permaneceu em maior evidência no último ano foi o jogo “grande demais para quebrar”. Neste jogo, uma instituição financeira de grande porte assume riscos excessivos.

O desfecho, se os riscos assumidos resultarem altos rendimentos, será que tal lucro será detido pela  empresa de capital fechado (sendo uma parte distribuída aos acionistas e a outra  distribuída como bonificações aos funcionários de nível sênior); se resultarem em grandes prejuízos, o que poderia ameaçar  a viabilidade da instituição, o governo intervirá para que isso não ocorra e, assim, os prejuízos serão garantidos pelo setor público por meio de empréstimos, injeções financeiras, etc. Este procedimento também é designado “risco moral”. O Secretário do Tesouro tem batalhado para acabar com esse jogo através da regulamentação (por exemplo: exigindo maior investimento de capital das instituições que possam ficar tentadas a participar deste jogo).

Além dessas considerações, acredito que para minimizar a probabilidade da prática deste jogo é importante compreender:
- se a permissão para a participação no mercado (market share) e o tamanho dessas instituições financeiras de maior porte deveriam ser contestados
- a rede de incentivos à assunção de riscos excessivos frente aos aspectos negativos do fracasso resultante desses riscos – não apenas no âmbito institucional mas também no âmbito individual (especialmente em relação à administração sênior e aos investidores que apostam mais alto)

 

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Jogos do Mês

Jogo L4 - Envolvimento de Faz de Conta

Para jogar o Envolvimento de Faz de Conta, o gerente realiza pesquisas de opinião, reúne grupos de discussão ou convoca reuniões de envolvimento para comunicar que "sua opinião conta", mas tudo isso tem como objetivo apenas fazer com que as pessoas se sintam participantes, em vez de fazê-las participar realmente. A verdadeira intenção é apenas evitar queixas e fazer com  que os gerentes possam mostrar para seus chefes que estão "fazendo a coisa certa" - engajando seu pessoal no processo de tomada de decisões. Esse mesmo jogo ocorre quando os líderes envolvem superficialmente os subordinados diretos, solicitando seus pontos de vista sobre a estratégia do departamento, mas confiando apenas na propria opinião pessoal. O cinismo acaba sendo a resposta final dos subordinados a esse tipo de jogo, e perde-se  o respeito pela liderança. E a coisa é talvez ainda pior quando o gerente necessita de que seu pessoal se mostre realmente comprometido e colaborativo em um grande projeto, e encontra dificuldade em assegurar seu envolvimento.

Elogios sobre Jogos Politicos

jacopoUma leitura fantástica não apenas para líderes e executivos seniores, mas também para os profissionais que querem crescer dentro de organizações complexas. Goldstein e Read dissecam a dinâmica interpessoal que afeta o desempenho da empresa, proporcionam uma estrutura conceitual para compreensão dos jogos praticados nas empresas, e oferecem ferramentas práticas para correção desses comportamentos e aumento da eficiência.

Jacopo Bracco vice-presidente executivo, DIRECTV Latin America

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