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BlogJogos no local de trabalho são um problema real? Eles não são simplesmente “naturais”?

Jogos no local de trabalho são um problema real? Eles não são simplesmente “naturais”?

Phil Readgames_natural

Jogar é natural, mas não é producente – jogos são como maus hábitos. Não são producentes porque distorcem ou corrompem processos comerciais críticos, tais como planejamento estratégico, orçamentário, tomada de decisões, gestão de desempenho, liderança de pessoas e gestão de mudanças.

Se meus subordinados jogarem “Sem Más Notícias” – um jogo através do qual suavizam as más notícias no ambiente para ficarem bem aos meus olhos – serei privado da prestação de informações exatas para as decisões estratégicas. Se as pessoas jogarem “Marginalização”, um jogo em que certas pessoas são jogadas para escanteio e não são convidadas para reuniões importantes, poderei perder sua expertise crítica em decisões importantes. Se os líderes jogarem “Envolvimento de Faz de Conta” – onde fingem que envolvem as pessoas mas ignoram as informações fornecidas por elas – a motivação será afetada, e boas idéias para os negócios serão perdidas. Se as pessoas jogarem o popular “Sandbagging” serão definidos orçamentos desafiadores inapropriados e o desempenho será compensado de maneira injusta. Se as pessoas jogarem “Não Balance o Barco”, a resposta a mudanças no ambiente externo será difícil.

Tomara que esses exemplos transmitam a consciência de que é muito importante que as companhias tomem as rédeas dos jogos, e comecem a administrar seu impacto. Caso contrário, os jogos podem corroer negócios anteriormente sólidos, e os efeitos no longo prazo podem ser muito destrutivos. 

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Jogos do Mês

Jogo L4 - Envolvimento de Faz de Conta

Para jogar o Envolvimento de Faz de Conta, o gerente realiza pesquisas de opinião, reúne grupos de discussão ou convoca reuniões de envolvimento para comunicar que "sua opinião conta", mas tudo isso tem como objetivo apenas fazer com que as pessoas se sintam participantes, em vez de fazê-las participar realmente. A verdadeira intenção é apenas evitar queixas e fazer com  que os gerentes possam mostrar para seus chefes que estão "fazendo a coisa certa" - engajando seu pessoal no processo de tomada de decisões. Esse mesmo jogo ocorre quando os líderes envolvem superficialmente os subordinados diretos, solicitando seus pontos de vista sobre a estratégia do departamento, mas confiando apenas na propria opinião pessoal. O cinismo acaba sendo a resposta final dos subordinados a esse tipo de jogo, e perde-se  o respeito pela liderança. E a coisa é talvez ainda pior quando o gerente necessita de que seu pessoal se mostre realmente comprometido e colaborativo em um grande projeto, e encontra dificuldade em assegurar seu envolvimento.

Elogios sobre Jogos Politicos

jacopoUma leitura fantástica não apenas para líderes e executivos seniores, mas também para os profissionais que querem crescer dentro de organizações complexas. Goldstein e Read dissecam a dinâmica interpessoal que afeta o desempenho da empresa, proporcionam uma estrutura conceitual para compreensão dos jogos praticados nas empresas, e oferecem ferramentas práticas para correção desses comportamentos e aumento da eficiência.

Jacopo Bracco vice-presidente executivo, DIRECTV Latin America

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