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Jogos do MêsMate o Portador

Mate o Portador

Kill_the_messengerMatar o portador é uma tradição antiga: você descarrega a frustração no portador da má notícia, e não naquele que a originou. Esse é um jogo de reis, e é também um jogo para líderes incapazes de suportar uma notícia negativa. A capacidade de absorver e aprender com os eventos negativos é um talento indispensável para os líderes atuais, mas, mesmo assim, eles preferem jogar o Mate o Portador a desenvolver esse talento. O efeito final deste jogo é que as pessoas, em seus relatórios ao chefe, filtram qualquer relato que possa provocar assomos de cólera. E, assim, esses líderes operam com base em uma perspectiva irrealmente otimista; pensam que as coisas estão muito bem e não são capazes de se preparar para os momentos difíceis ou para as iniciativas dos concorrentes.
Exemplo: Forbasaw, vice-presidente sênior de uma agência de serviços de marketing, adotava o jogo do Mate o Portador toda vez que alguém lhe trazia uma notícia sobre algum cliente da agência que não conferia com o que ela gostaria de ouvir. Em vez de ouvir com calma e analisar com objetividade, ela sempre respondia com uma acusação do tipo: “Essas más notícias que você está me trazendo aconteceram por você não ter assumido a administração da conta.” Em outras palavras, Forbasaw não conseguia aceitar o fato de que algum cliente pudesse estar insatisfeito por outra razão que não fosse desleixo por parte do encarregado da conta. É claro que seu pessoal aprendeu a não comunicar as queixas dos clientes, de modo que Forbasaw operava dentro de uma bolha de felicidade, acreditando que tudo ia bem, quando de fato havia problemas sérios com alguns dos clientes.

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Jogos do Mês

Jogo L4 - Envolvimento de Faz de Conta

Para jogar o Envolvimento de Faz de Conta, o gerente realiza pesquisas de opinião, reúne grupos de discussão ou convoca reuniões de envolvimento para comunicar que "sua opinião conta", mas tudo isso tem como objetivo apenas fazer com que as pessoas se sintam participantes, em vez de fazê-las participar realmente. A verdadeira intenção é apenas evitar queixas e fazer com  que os gerentes possam mostrar para seus chefes que estão "fazendo a coisa certa" - engajando seu pessoal no processo de tomada de decisões. Esse mesmo jogo ocorre quando os líderes envolvem superficialmente os subordinados diretos, solicitando seus pontos de vista sobre a estratégia do departamento, mas confiando apenas na propria opinião pessoal. O cinismo acaba sendo a resposta final dos subordinados a esse tipo de jogo, e perde-se  o respeito pela liderança. E a coisa é talvez ainda pior quando o gerente necessita de que seu pessoal se mostre realmente comprometido e colaborativo em um grande projeto, e encontra dificuldade em assegurar seu envolvimento.

Elogios sobre Jogos Politicos

jacopoUma leitura fantástica não apenas para líderes e executivos seniores, mas também para os profissionais que querem crescer dentro de organizações complexas. Goldstein e Read dissecam a dinâmica interpessoal que afeta o desempenho da empresa, proporcionam uma estrutura conceitual para compreensão dos jogos praticados nas empresas, e oferecem ferramentas práticas para correção desses comportamentos e aumento da eficiência.

Jacopo Bracco vice-presidente executivo, DIRECTV Latin America

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