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A FOFOCA É INEVITÁVEL MAS PREFIRA O DIÁLOGO FRANCO

 

 

Mauricio Goldstein

 

 

Novembro de 2010

 

 

Fazer fofoca no trabalho pode ter um impacto positivo no desempenho de um profissional. É o que diz um estudo realizado na Universidade de Kentuchy, que mostra que aquele breve cochicho frete à máquina de café ajuda o profissinla a fazer uma leitura mais precisa do ambiente organizacional. As conclusões da pesquisa contrariam a abordagem convencional (e socialmente aceita) de que esse comportamento é nocivo para a vítima, para quem o pratica e para a empresa. O estudo, conduzido pelo professor Giuseppe Labianca e por dois alunos de doutorado, examinou as relações entre 30 empregados de um departamento de uma companhia americana. A conclusão principal foi essa: quem fofoca mais entende melhor o ambiente e influencia mais os colegas.

Sim, admite o professor em entrevista ao site da publicação Harvand Business Review, a fofoca, o ruim, que responde a 7% do disse-me-disse corporativo. Uma mistura de conversas negativas e positivas de corredor representa 72% das fofocas e 21% dos bochichos da rádio-peão são claramente benéficos para o funcionário. No fundo, fofoca é apenas uma troca dde informações entre duas pessoas sobre uma terceira, diz Guiseppe Labianca, praticada o tempo inteiro, inevitavelmente. O problema não está apenas na fofoca em si, diz ele, mas no ambiente em que ela se desenvolve: se houver uma cultura de mérito e alto desempenho, não há risco. A fofoca ruim se propaga quando, sugere o estudo, existe deslealdade ou desequilíbrio nas relações, a seguir o consultor Mauricio Goldstein, que escreveu sobre fofoca no livro Jogos Políticos nas Empresas (Ed. Campus/Elsevier), faz uma análise sobre a pesquisa americana: afinal, ser fofoqueiro pode ser bom para a carreira?

Leia o artigo inteiro do Mauricio aqui.

 

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Jogos do Mês

Jogo L4 - Envolvimento de Faz de Conta

Para jogar o Envolvimento de Faz de Conta, o gerente realiza pesquisas de opinião, reúne grupos de discussão ou convoca reuniões de envolvimento para comunicar que "sua opinião conta", mas tudo isso tem como objetivo apenas fazer com que as pessoas se sintam participantes, em vez de fazê-las participar realmente. A verdadeira intenção é apenas evitar queixas e fazer com  que os gerentes possam mostrar para seus chefes que estão "fazendo a coisa certa" - engajando seu pessoal no processo de tomada de decisões. Esse mesmo jogo ocorre quando os líderes envolvem superficialmente os subordinados diretos, solicitando seus pontos de vista sobre a estratégia do departamento, mas confiando apenas na propria opinião pessoal. O cinismo acaba sendo a resposta final dos subordinados a esse tipo de jogo, e perde-se  o respeito pela liderança. E a coisa é talvez ainda pior quando o gerente necessita de que seu pessoal se mostre realmente comprometido e colaborativo em um grande projeto, e encontra dificuldade em assegurar seu envolvimento.

Elogios sobre Jogos Politicos

jacopoUma leitura fantástica não apenas para líderes e executivos seniores, mas também para os profissionais que querem crescer dentro de organizações complexas. Goldstein e Read dissecam a dinâmica interpessoal que afeta o desempenho da empresa, proporcionam uma estrutura conceitual para compreensão dos jogos praticados nas empresas, e oferecem ferramentas práticas para correção desses comportamentos e aumento da eficiência.

Jacopo Bracco vice-presidente executivo, DIRECTV Latin America

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