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How office politics sabotage the workplace

Mauricio Goldstein e Philip Read

Junho 24, 2009

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Have you ever found yourself wondering why there is so much politics in the office? And how this wrecks both value-creation and many a career?

For example: Brendan, a smart new hire with an MBA, was the most junior member of a team that was put together to analyze growth possibilities for the company. Sensing a threat, others on the team "forgot" to brief Brendan before a key meeting, delegated to him time-consuming and low-level tasks, or picked his ideas to death. Eventually he threw in the towel -- and took his good ideas to a competitor.

When we lift the lid on office politics, what we find are "games." The game that was played with Brendan we call the "Marginalize" game: subtle exclusion, cutting people out of decision-making loops, for personal or political reasons.

But there are many more games that are played at work and over time they sabotage the workplace by destroying trust, stifling innovation, preventing learning and diverting time from customers to internal bickering.

Examples of games:

Gotcha: identifying and communicating others' mistakes to the boss.
The Boss Said: invoking the name of a senior executive to imply that what they are saying is gospel.

[...]

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Jogos do Mês

Jogo L4 - Envolvimento de Faz de Conta

Para jogar o Envolvimento de Faz de Conta, o gerente realiza pesquisas de opinião, reúne grupos de discussão ou convoca reuniões de envolvimento para comunicar que "sua opinião conta", mas tudo isso tem como objetivo apenas fazer com que as pessoas se sintam participantes, em vez de fazê-las participar realmente. A verdadeira intenção é apenas evitar queixas e fazer com  que os gerentes possam mostrar para seus chefes que estão "fazendo a coisa certa" - engajando seu pessoal no processo de tomada de decisões. Esse mesmo jogo ocorre quando os líderes envolvem superficialmente os subordinados diretos, solicitando seus pontos de vista sobre a estratégia do departamento, mas confiando apenas na propria opinião pessoal. O cinismo acaba sendo a resposta final dos subordinados a esse tipo de jogo, e perde-se  o respeito pela liderança. E a coisa é talvez ainda pior quando o gerente necessita de que seu pessoal se mostre realmente comprometido e colaborativo em um grande projeto, e encontra dificuldade em assegurar seu envolvimento.

Elogios sobre Jogos Politicos

jacopoUma leitura fantástica não apenas para líderes e executivos seniores, mas também para os profissionais que querem crescer dentro de organizações complexas. Goldstein e Read dissecam a dinâmica interpessoal que afeta o desempenho da empresa, proporcionam uma estrutura conceitual para compreensão dos jogos praticados nas empresas, e oferecem ferramentas práticas para correção desses comportamentos e aumento da eficiência.

Jacopo Bracco vice-presidente executivo, DIRECTV Latin America

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