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Mídia & ResenhasMídiaNew York Post #2

New York Post #2

Quitting the players' club

Brian Moore

Agosto 24, 2009

NY_Post_ReviewYour mom said it best: "Just because other kids are doing it doesn't mean you have to."

OK, she may have been talking about smoking dope, but she could just as well have been referring to workplace maneuvering, whether it's blaming others or ostracizing co-workers.

To avoid these unproductive games, you first need to look inward. "It's not about the other. It's about you," says "Games at Work" co-author Mauricio Goldstein.

To get there, you have to be fed up with games on a gut, emotional level, he says, asking yourself: "Why am I playing these little games? Why am I encouraging someone else to play this game with me?"

You then have to decide on tactics, says co-author Philip Read. Ask yourself if you're in a position to "call" others on the games you're playing.

But pay attention to timing and don't grandstand like a self-righteous boob.

"We don't advocate that people go around and say, 'Ah, you're playing the Sandbagging game.'" Read says. "That's not effective."

Instead, start a tactful chat with co-workers and acknowledge your own participation in the games.

"When you engage from a place where you want to correct the other person, it is going to be bad," Goldstein says. "You need to engage in a conversation."

If you feel it's better to go to management with your concerns, back up your contentions with specifics on how the games are affecting the bottom line.

"Show that there's an organizational cost to it," says Goldstein. "Let's say we're playing a budget game. Show the number of hours we're taking to make these budgets. That often catches a manager's attention."

Then talk about how you can do it differently. A good way to do so is to examine root causes.

"We need to dig deeper into the game to find out why we are playing the game," he says. "Often it's to avoid confrontation."

Clique aqui para ver o artigo original no nypost.com

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Jogos do Mês

Jogo L4 - Envolvimento de Faz de Conta

Para jogar o Envolvimento de Faz de Conta, o gerente realiza pesquisas de opinião, reúne grupos de discussão ou convoca reuniões de envolvimento para comunicar que "sua opinião conta", mas tudo isso tem como objetivo apenas fazer com que as pessoas se sintam participantes, em vez de fazê-las participar realmente. A verdadeira intenção é apenas evitar queixas e fazer com  que os gerentes possam mostrar para seus chefes que estão "fazendo a coisa certa" - engajando seu pessoal no processo de tomada de decisões. Esse mesmo jogo ocorre quando os líderes envolvem superficialmente os subordinados diretos, solicitando seus pontos de vista sobre a estratégia do departamento, mas confiando apenas na propria opinião pessoal. O cinismo acaba sendo a resposta final dos subordinados a esse tipo de jogo, e perde-se  o respeito pela liderança. E a coisa é talvez ainda pior quando o gerente necessita de que seu pessoal se mostre realmente comprometido e colaborativo em um grande projeto, e encontra dificuldade em assegurar seu envolvimento.

Elogios sobre Jogos Politicos

jacopoUma leitura fantástica não apenas para líderes e executivos seniores, mas também para os profissionais que querem crescer dentro de organizações complexas. Goldstein e Read dissecam a dinâmica interpessoal que afeta o desempenho da empresa, proporcionam uma estrutura conceitual para compreensão dos jogos praticados nas empresas, e oferecem ferramentas práticas para correção desses comportamentos e aumento da eficiência.

Jacopo Bracco vice-presidente executivo, DIRECTV Latin America

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